Mas não para todos.

O Brasil terá 11 feriados prolongados.

Teremos Copa do Mundo.

Teremos Eleições.

Tradução realista:

menos foco, menos constância, menos atenção disponível, mais ruído, mais emoção coletiva, mais dispersão cognitiva.

Um cenário perfeito para o colapso de marcas frágeis.

E um terreno fértil para quem entende estratégia.

Porque enquanto muitos vão dizer “esse ano está impossível”,

outros estarão ocupando exatamente os espaços que ficaram vazios.

Menos dias trabalhados.

A meta comercial é a mesma.

A pressão é maior.

E o consumidor está distraído.

Essa é a equação real de 2026.

Como fechar essa conta trazendo faturamento?

Como sustentar crescimento com menos janelas de atenção e menos consistência operacional?

A resposta não está em reagir melhor.

Está em planejar antes.

Porque planejamento não é previsão otimista.

Planejamento é construção deliberada de futuro.

É mais próximo de fazer hoje o resultado que você quer colher amanhã

do que de esperar o cenário acontecer e tentar reagir como se fosse algo fora do seu controle.

Empresas que tratam o ano como força externa sofrem.

Empresas que tratam o ano como variável estratégica se antecipam.

Caos não paralisa quem tem estrutura.

Caos favorece quem tem estrutura.

A neurociência comportamental mostra que, em ambientes de excesso de estímulo e instabilidade emocional, o cérebro humano:

  • Reduz drasticamente a atenção disponível
  • Prioriza marcas familiares
  • Rejeita o que exige esforço cognitivo
  • Confia no que transmite consistência e segurança

Ou seja:

quanto mais confuso o ambiente, mais valor têm as marcas bem construídas.

Enquanto alguns somem da comunicação nos feriados,

outros se tornam os únicos presentes.

Enquanto muitos retraem investimento por medo,

outros constroem presença com menos competição e mais eficiência.

O mercado nunca foi justo

Ele sempre foi seletivo.

Dados consistentes de McKinsey, Kantar e Nielsen mostram que:

  • Marcas fortes crescem até 3x mais em períodos de instabilidade
  • Quem interrompe presença perde até 24 meses para recuperar relevância
  • Mais de 70% das decisões de compra são guiadas por familiaridade, não por lógica

Em outras palavras:

o consumidor não escolhe o melhor.

Ele escolhe o que já ocupa espaço mental.

E 2026 vai expor brutalmente quem ocupa esse espaço — e quem nunca ocupou.

O desconforto que poucos querem encarar:

O problema não será o calendário.

Será a ausência de estratégia.

Empresas vão culpar:

  • os feriados
  • a economia
  • o algoritmo
  • o governo

Mas a verdade será simples:

elas nunca construíram marca.

Nunca construíram posicionamento.

Nunca construíram narrativa.

Nunca construíram sistema.

Apenas operaram no improviso.

E improviso não atravessa anos complexos.

A BUSYNESS nasce exatamente desse lugar

não do lugar do “vamos postar melhor”.

mas do lugar do vamos estruturar marcas que crescem quando o ambiente fica instável.

a BUSY não foi criada para anos fáceis.

foi criada para anos como 2026.

anos em que estratégia deixa de ser diferencial

e passa a ser condição de permanência.

porque no fim, o mercado sempre faz a mesma pergunta:

quem estava preparado antes do caos começar?

Deixe um comentário

Tendência